Muito além dos petiscos em bar da Vila Mariana

Clima de bar e cardápio digno de restaurante contemporâneo. Foi exatamente isso que sentimos ao sentar à mesa e virar as páginas – com design e fotos maravilhosas diga-se de passagem – do novo cardápio do Fortunato Bar. Em uma esquina da Rua Joaquim Távora, na Vila Mariana, o bar chama atenção por sua ampla varanda muito bem arejada que contorna toda a esquina. Fomos em um sábado à tarde que fazia muuuito calor e ficamos super à vontade com o vento batendo no rosto. Quando chegamos, tinha bastante lugar para escolher, mas foi questão de minutos para o bar lotar. Por isso, como no fim de semana eles não fazem reservas de mesa, é bom chegar com antecedência.

Cão Véio tem menu que harmoniza lanches com cervejas

Gastropub do chef Henrique Fogaça com os sócios Fernando Badauí e Marcos KichimotoKichi, o Cão Véio, agora possui jantar harmonizado com cervejas especiais, conduzido pelo beer sommelier Riccelli Adriel.  Para o convite que recebemos foram apresentados três minisanduíches e uma sobremesa. Quatro cervejas diferentes acompanham os pratos, os rótulos são da  Sea Dog e Shipyard. Para saber quando terá um próximo jantar, fique ligado nas redes sociais do Cão Véio.

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O que ele achou: Esse jantar foi muito bom e memorável. Gosto de tomar cervejas há um bom tempo já, e tinha tido poucas experiências com harmonizações. Com certeza no Cão Véio  foi a experiência mais intensa.

Assim como o vinho, a cerveja também serve para harmonizar com comida e digo sem medo de errar: qualquer comida tem a sua cerveja. Desde uma coxinha até um brigadeiro. A cerveja serve como ingrediente a mais ao prato. O que é mais democrático é o que pode servir para uma pessoa, pode não servir para outra. A busca de boas harmonizações é deliciosa e divertida.

Começamos com um cachorro quente que, além da salsicha frankfurter, levava queijo gruyère, tomate picante, cebola caramelizada e mostarda escura e para beber uma Shipyard Export mais fraca e delicada, em que os sabores variaram desde o doce ao amargo

Em seguida, comemos dois hambúrgueres: um de lombo com bacon e outro de cordeiro. Cada um acompanhado de uma cerveja IPA, uma harmonização mais complexa; as cervejas IPAs são mais amargas e que harmonizam perfeitamente com comidas mais gordurosas. 

A parte mais incrível ficou por conta da sobremesa, indo contra uma das maiores crenças que é “cerveja não combina com doces”, que é mentira! Tomamos uma  Shipyard Blue Fin Stout que é uma stout clássica e comemos cookies com sorvete, doideira, né?

Essa noite foi cheia de aprendizado e uma introdução ao um universo gigantesco e o mais legal foi ver a Bruna tomando cervejas amargas e ainda curtindo

O que ela achou: O assunto cerveja continua sendo algo de alta complexidade para mim. Por isso, acredito que o Felipe tem mais propriedade para falar detalhadamente sobre cada cerveja que nos foi apresentada. Porém, posso dizer que acho incrível essa ideia do Cão Véio de fazer um jantar harmonizado com cervejas – até o momento só tínhamos a experiência com vinhos. O jantar é interessante até mesmo para pessoas que, como eu, não bebem muito.

Sou grande fã do chef Henrique Fogaça, adoro o Sal Gastronomia. Então sabia que encontraríamos comida de alta qualidade e saborosa. Até me dei o direto de fugir da dieta nesse dia. hahaha Os minisanduíches fogem do óbvio e possuem ingredientes extremamente deliciosos, sabores marcantes, frescos e com diferentes contrastes.

As cervejas chegam para somar a experiência gastronômica. É muito louco como a combinação de alimento e cerveja formam uma explosão de sabores distintos no paladar. A minha harmonização favorita foi com a sobremesa, com o sorvete ainda dentro da boca, você bebe a cerveja e sente como ela perde o amargor e fica muito doce.  Vale a pena a experiência!

Cão Véio
Quanto: R$ 120,00 por pessoa
Endereço: Rua João Moura, 871 – Pinheiros
Site: http://www.caoveio.com.br/

Conheça os processos de produção da cerveja na Les 3 Brasseurs

Bar presente em vários países do mundo, o Les 3 Brasseurs é também conhecido como 3B. Com cardápio bem variado e ótimas opções, a cerveja disponibilizada na casa é feita no próprio local e é possível visitar a microcervejaria e conhecer os processos de fabricação.

 

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O que ele achou: Bebo cervejas há anos e não curto muito usar o termo “cervejas especiais”; todas cervejas são especiais. A cerveja com o processo mais simples do mundo pode ser especial para alguém e já a mais elaborada pode não ser tão maneira para outra pessoa. Lembro o dia que eu abri uma Deus, para mim foi como um evento, rolou todo um preparo, e emoção, então dei uma taça para minha mãe e a conclusão dela foi “prefiro Itaipava”. Claro, dei uma risada, porém a opinião dela tem exatamente o mesmo valor que a minha por se tratar de gosto!

Comecei apreciar cerveja da prática para a teoria. A Bruna nunca foi muito fã, tentei até dar uma forçadinha, fazendo ela beber alguns rótulos que eu curtia, não rolou. Agora estou tentando fazer o inverso mostrando a teoria e depois bebendo – vemos o que ela achou do Les 3 Brasseurs.

Eu adorei o lugar, sei lá, o restaurante soa meio medieval. Para comer pedimos uma tábua de frios e uma das especialidades deles que se chama flammes. É uma espécie de pizza de massa bem fininha e quadrada. Mas o que mais curti foram as cervejas, claro. Achei incrível e aprendi bastante. 🙂

O que ela achou: O mundo das cervejas é muito complexo para mim. Primeiro porque, como alguns sabem, tenho alergia à álcool (maldita genética oriental que impede minha enzima do fígado de metabolizar o álcool); e segundo porque por não ter o paladar aguçado para esse tipo de coisa, me impede de entender de forma mais aprofundada sobre as cervejas.

Porém, temos ido a alguns lugares especializados no assunto e, aos poucos, estou entendendo de forma mais técnica o processo de produção da cerveja. No caso do Les 3 Brasseaurs, pedimos a La Palette (paleta de degustação com 4 copos) e provamos as Blanche, Blonde, Ambrée e Itaim. A Ambrée foi a que mais gostei. Pois tinha um sabor mais marcante entre as outras e um aroma sutil de caramelo.

Outra coisa legal do Les 3 Brasseaurs é que na entrada você pode provar as matérias-primas que compõem as cervejas, como o trigo. E, caso queira, é possível agendar com o gerente um visita para ver o processo de produção das cervejas da casa.

Les 3 Brasseaurs
Local: Rua Jesuíno Arruda, 470 – Itaim Bibi
Quanto: R$ 30 a R$ 50
Site: http://www.les3brasseurs.com.br/

Cervejarias Nacional e Blondine lançam cerveja “Pé na Areia”

A recém-lançada cerveja “Pé na Areia”, com a parceria das cervejarias Blondine e Nacional, chega com o intuito de curar a sede de forma refrescante e também de dar aquela amenizada nesse calor dos infernos, quer dizer, de verão. Além disso, leva em sua composição uma ótima fruta da estação: o caju.  Por ser uma cerveja sazonal de verão, ou seja, é limitada e irá durar até o estoque acabar.

A missão da cerveja é concluída com sucesso. O amargor mais o caju são um balde de água fria no calor, muito refrescante. Além de ser uma cerveja cheirosa, o aroma do caju é facilmente identificado. Tem a coloração ferrugem e espuma curta e volátil, uma bela fórmula para um ótimo drinkability – ou seja, bebida boa de beber em grandes quantidades.

Cervejaria Nacional

cervejaria-nacional
Cervejaria Nacional Foto: ExperiMenteSP

Lugar incrível para quem adora cerveja e chopp. O ambiente é bem bacana, cardápio parrudo e variado. Variadas também são as opções de cervejas, que são fabricadas no próprio local e levam nomes de figuras ilustres do nosso folclore como: Yara, Kurupira, Saci.

Local: Av. Pedroso de Morais, 604 – Pinheiros
Quanto: R$ 70 a R$ 100

Cervejaria Blondine

Nunca havia bebido uma cerveja da Cervejaria Blondine e se a primeira impressão é a que fica, posso dizer que a minha foi ótima. Irei atrás de mais alguns rótulos e conto para vocês o que achei. 🙂

**Levando em consideração que esse foi o primeiro post sobre cerveja do blog – e adorei fazer isso. Prometo falar mais sobre as cervejas que curto por aqui, porém apenas de cervejas paulistas.

Cidade ganha em seu aniversário choperia especializada em produtos paulistas

A cena cervejeira em São Paulo cresce cada vez mais. Bares especializados em cervejas e chops artesanais adquirem adeptos e apreciadores da boa bebida. Especializada em cervejas e chops produzidos no estado de SP, a Choperia São Paulo não poderia escolher melhor data para sua inauguração: o aniversário de São Paulo.

“A nossa ideia foi criar um conceito de bar que não tinha em São Paulo. Uma choperia só com cervejas artesanais paulistas”, conta o David Michelson, cofundador da Cervejaria São Paulo. O conceito de produtos locais se estendeu também para a gastronomia do bar. As comidas são releituras dos pratos típicos paulistas.

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Outra ideia interessante da choperia é que as cervejas são mantidas em barris em uma câmara fria especialmente planejada, com três níveis de temperatura nas torneiras. Tendo uma menor distância entre barril e torneira, o que garante a melhor experiência possível aos cervejeiros como a cerveja mais fresca e com as características originais intactas.

Em evento dedicado para imprensa e convidados, pudemos degustar alguns dos pratos e chops oferecidos pela casa. Destaque para o churros a provençal com ragu (R$ 20) e o bolinho de rabada (R$ 22).
Para comemorar a inauguração, a Choperia São Paulo está com uma programação especial aberta ao público. Confira:

Festival de Verão
25/01 – Inauguração Choperia – 50% de desconto nas cervejas de verão
26/01 – Inauguração do bar de coquetéis com Fernando Lisboa, barman convidado
27/01 – Harmonização conduzida por Luis Antônio Caropreso
02/02 – Palestra sobre a história cervejeira e degustação com David Mcihelsohn

Choperia São Paulo
Local: Rua dos Pinheiros, 315 – Pinheiros
Quanto: R$50 a R$70
Site: https://www.facebook.com/choperiaSP

Coxinha de frango e caipirinha com sabores diferentes são os destaques do novo bar da ZS

Na Zona Sul de São Paulo e em meio a um bairro residencial, o Boteco Brasuca conta com detalhes brasileiros, receitas familiares e bastante entusiasmo. Fomos convidados pelo nosso amigo Rodrigo Kehdi para conhecer o bar recém-inaugurado.

O que ele achou: Lugar pequeno e aconchegante com cores marcantes e ambiente que me fez sentir bem. Como é localizado em meio a residências, a criançada estava na rua, correndo e andamento de bicicleta. Bom, né?

Eles têm pratos comuns como asinhas de frango, hambúrguer e caipirinhas, porém com temperos ousados e combinações diferentes. Começamos experimentando um espetinho com a maionese da casa que é bem saborosa e levinha. Provamos também as caipirinhas, a de banana com canela é bem interessante, mas a de iogurte eu achei muito maneira, muito diferente!

Não demorou para embarcarmos na porção que é o carro chefe da casa, a “Coxinha da D. Maria” que são sensacionais, muito gostosas, com um casquinha fininha e bem crocante. Provamos também o lanche “Brasuca Premium”, no qual sentimos sabores nunca antes encontrados em um hambúrguer. Lanche muito bem temperado e com incríveis toques que remete à culinária nordestina. Afff, golpe muito baixo.

O que ela achou: Um lugar recém-inaugurado com gostinho de tradição. Até parece que visitamos um bar com muitos anos de casa: petiscos mais pedidos e clientes fiéis. Foi assim que me senti ao chegar no Brasuca. Adoro esses lugares próximos de residências, nada mais gostoso do que poder ir a um lugar a pé e curtir sua vizinhança. Para quem mora na Zona Sul de São Paulo, o bar é parada obrigatória.

Já disse aqui como fico impressionada com a criatividade dos botecos de SP, né? Pois repito. A “Coxinha da D. Maria” leva tradição familiar e foi complementada com uma deliciosa maionese da casa. A coxinha, como dá para ver pela foto, é aquelas da asa do frango mesmo, só que empanada e frita. Fica sequinha e crocante.

O que me chamou a atenção também foram as caipirinhas. Provamos a de banana com canela e a de iogurte. Sabores um tanto quanto inusitados, não é? Mas ficaram bem gostosos. Nunca tinha visto em nenhum lugar. Ponto pela criatividade.

Dividimos também um dos lanches mais pedidos da casa, o “Brasuca Premium”. Dificilmente encontramos lanches bons em botecos, mas no Brasuca conseguimos perceber que a qualidade dos produtos prevalece. O sabor é muito diferente, tinha uma “pegada” nordestina no tempero. Muito bom.

Boteco Brasuca
Quanto: R$ 30 a R$ 60
Endereços: Rua Paturi, 356 – Vila Gea

Macaxeira, novo bar no Tatuapé, tem bebidas e petiscos inspirados na culinária nordestina

Os moradores da região leste da capital de São Paulo ganharam um novo lugar em que os petiscos são inspirados na marcante culinária nordestina. Fomos convidados para a inauguração do Macaxeira Restaurante & Cachaçaria, novo bar de uma balada rua do Tatuapé, que promete fazer os clientes sentirem-se no Nordeste.