Dona Mathilde lança German Premium Large

Recebemos essa cerveja há algum tempo pelo correrio. Fiquei bem feliz, uma por ser cerveja, outra por já conhecer a Dona Mathilde. Pouco convencional o fato de a cerveja artesanal estar em uma lata, porém o ato é bem lógico: melhora na questão transporte e armazenamento e, claro, a reciclagem já é um detalhe bastante comum em outros países.

A German Premium Large é uma cerveja clara com a coloração amarelada bem bonita. Com pouca espuma e muito refrescante, é para agradar qualquer público, principalmente os que estão acostumados e gostam das cervejas comerciais brasileiras ­(não comparando, claro).

Digo que não comparo por conta de alguns detalhes:
● A German Premium Large segue a Lei da Pureza Alemã de 1.516,­ que permite utilizar apenas água, malte e lúpulo na composição da cerveja, na época ainda não tinham descoberto a levedura. O que quer dizer que os sabores são mais intensos, e fáceis de serem identificados.
● O aroma é mais forte e a coloração mais marcante.
● O que se compara é o fato de ser leve e possibilitar a bebedeira desenfreada, só que com a qualidade muito mais elevada, né? Rsrsrs
● Ela é feita no bairro de Perdizes, qualquer dúvida ou curiosidade é só dar um pulo e tirar tudo a limpo.

Sim, me identifiquei muito com a cerveja e me agradou muito.

Conheça os processos de produção da cerveja na Les 3 Brasseurs

Bar presente em vários países do mundo, o Les 3 Brasseurs é também conhecido como 3B. Com cardápio bem variado e ótimas opções, a cerveja disponibilizada na casa é feita no próprio local e é possível visitar a microcervejaria e conhecer os processos de fabricação.

 

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O que ele achou: Bebo cervejas há anos e não curto muito usar o termo “cervejas especiais”; todas cervejas são especiais. A cerveja com o processo mais simples do mundo pode ser especial para alguém e já a mais elaborada pode não ser tão maneira para outra pessoa. Lembro o dia que eu abri uma Deus, para mim foi como um evento, rolou todo um preparo, e emoção, então dei uma taça para minha mãe e a conclusão dela foi “prefiro Itaipava”. Claro, dei uma risada, porém a opinião dela tem exatamente o mesmo valor que a minha por se tratar de gosto!

Comecei apreciar cerveja da prática para a teoria. A Bruna nunca foi muito fã, tentei até dar uma forçadinha, fazendo ela beber alguns rótulos que eu curtia, não rolou. Agora estou tentando fazer o inverso mostrando a teoria e depois bebendo – vemos o que ela achou do Les 3 Brasseurs.

Eu adorei o lugar, sei lá, o restaurante soa meio medieval. Para comer pedimos uma tábua de frios e uma das especialidades deles que se chama flammes. É uma espécie de pizza de massa bem fininha e quadrada. Mas o que mais curti foram as cervejas, claro. Achei incrível e aprendi bastante. 🙂

O que ela achou: O mundo das cervejas é muito complexo para mim. Primeiro porque, como alguns sabem, tenho alergia à álcool (maldita genética oriental que impede minha enzima do fígado de metabolizar o álcool); e segundo porque por não ter o paladar aguçado para esse tipo de coisa, me impede de entender de forma mais aprofundada sobre as cervejas.

Porém, temos ido a alguns lugares especializados no assunto e, aos poucos, estou entendendo de forma mais técnica o processo de produção da cerveja. No caso do Les 3 Brasseaurs, pedimos a La Palette (paleta de degustação com 4 copos) e provamos as Blanche, Blonde, Ambrée e Itaim. A Ambrée foi a que mais gostei. Pois tinha um sabor mais marcante entre as outras e um aroma sutil de caramelo.

Outra coisa legal do Les 3 Brasseaurs é que na entrada você pode provar as matérias-primas que compõem as cervejas, como o trigo. E, caso queira, é possível agendar com o gerente um visita para ver o processo de produção das cervejas da casa.

Les 3 Brasseaurs
Local: Rua Jesuíno Arruda, 470 – Itaim Bibi
Quanto: R$ 30 a R$ 50
Site: http://www.les3brasseurs.com.br/

Cervejarias Nacional e Blondine lançam cerveja “Pé na Areia”

A recém-lançada cerveja “Pé na Areia”, com a parceria das cervejarias Blondine e Nacional, chega com o intuito de curar a sede de forma refrescante e também de dar aquela amenizada nesse calor dos infernos, quer dizer, de verão. Além disso, leva em sua composição uma ótima fruta da estação: o caju.  Por ser uma cerveja sazonal de verão, ou seja, é limitada e irá durar até o estoque acabar.

A missão da cerveja é concluída com sucesso. O amargor mais o caju são um balde de água fria no calor, muito refrescante. Além de ser uma cerveja cheirosa, o aroma do caju é facilmente identificado. Tem a coloração ferrugem e espuma curta e volátil, uma bela fórmula para um ótimo drinkability – ou seja, bebida boa de beber em grandes quantidades.

Cervejaria Nacional

cervejaria-nacional
Cervejaria Nacional Foto: ExperiMenteSP

Lugar incrível para quem adora cerveja e chopp. O ambiente é bem bacana, cardápio parrudo e variado. Variadas também são as opções de cervejas, que são fabricadas no próprio local e levam nomes de figuras ilustres do nosso folclore como: Yara, Kurupira, Saci.

Local: Av. Pedroso de Morais, 604 – Pinheiros
Quanto: R$ 70 a R$ 100

Cervejaria Blondine

Nunca havia bebido uma cerveja da Cervejaria Blondine e se a primeira impressão é a que fica, posso dizer que a minha foi ótima. Irei atrás de mais alguns rótulos e conto para vocês o que achei. 🙂

**Levando em consideração que esse foi o primeiro post sobre cerveja do blog – e adorei fazer isso. Prometo falar mais sobre as cervejas que curto por aqui, porém apenas de cervejas paulistas.