O que aprendi com o APAS Show 2017

Esse é o tipo de coisa que sinto vergonha de nem saber que existia. Vai vendo: o APAS é considerada a maior feira do mundo do setor mercadista, ou seja, quase tudo que encontraremos de produtos e novidades nos supermercados está no APAS. Esse ano foi no Expo Center Norte um espaço muito grande que parece ficar pequeno em meio a tantas marcas e produtos.

A organização do evento criou visitas monitoradas e temáticas para a imprensa para 2 dos 5 dias de feira. Fiz as de gastronomia e bebidas e visitei pelo menos 50 estandes. Parece bastante, mas, acredite, o total eram  mais de 700 expositores! Curti bastante a feira, experimentei muita coisa e aprendi um pouco sobre a preocupação em  inovação de produtos que achamos comuns.

Agora vamos falar um pouco do que mais me chamou atenção na feira.

Logo nos primeiros 10 minutos de feira eu já estava dentro do estande da Estrella Galicia em uma degustação com sommeliers da Espanha e do Brasil.

Degustação das Cervejas Estralla Galicia – Foto: ExperimenteSP

Entre um estande e outro, alguns sempre se destacam, seja por sua grandiosidade e beleza, pelo produto que expõe ou, até mesmo, pelas informações que adquirimos sobre coisas que estão presentes em nosso dia a dia, como, por exemplo, a Jurupinga, que NÃO É UMA PINGA, mas sim um blend de vinhos brancos. Puts, isso me deixou chocado! Algumas vezes quando a Bruna bebeu eu falava: ‘’Viu? Você está bebendo pinga!’’. Em uma breve explicação, um dos diretores da empresa disse: ‘’nós chamamos de cachaça e pinga, e em portugal pinga é vinho!’’.

Depois, já com tudo esclarecido, pude visitar o estande da Cachaça 51 que era inspirado naqueles bares do velho oeste, lá pros anos 20, muito bonito. Provei umas cachaças muito maneiras. Também dei uma passada na Concha Y Toro, provamos umas 5 taças de vinho com um pequeno workshop com o sommelier deles. Saí de lá encantado pelo Casillero Del Diablo Collection: é um vinho que a empresa não dá informação sobre ele! Ninguém sabe a uva, tempo de guarda, que tipo de tonel é armazenado. NADA! A ideia é comprar, beber e fim de papo.

 

Casillero del Diablo Collection – Foto: ExperimenteSP

“Nossa, Felipe, você só bebeu?”. Nãããão. Comi bastante também! E fiquei feliz em conhecer algumas coisas do tipo: existem empresas GIGANTES de coisas que comemos pelo menos toda semana e nem imaginamos, por exemplo, a Golden Foods é uma das maiores – ou a maior – importadora de batatas do país e seu maior mercado são os restaurantes, sim, comemos e nem sabemos! =x

Agora o que me encantou mesmo foi: o estande da Dadinho, estava muito lindo – inclusive, ficou em segundo lugar entre os mais bonitos – tirando as bolachas e bombons de Dadinho que comi; as opções veganas da Substância; os doces da Peccin; e os Moranguetes.

Nunca tinha ido em nenhuma feira dessa proporção e, além de ter andado muito e ficado muito cansado, fiquei feliz com a experiência!

Dadinho – Foto: ExperimenteSPinho

Dicas

  • A feira é aberta ao público também.
  • Saia de casa com um bom tempo de antecedência, em volta do local da feira fica muito trânsito.
  • Se prepare para pagar estacionamento, paguei 40 reais, porém existe vans que saem das estações de metrô mais próximas.

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